As decisões que tomamos na vida ás vezes nos deixam sem norte,e existe sempre a busca de uma explicação para àquilo que já sabemos querer ou o que é."Tenho um coração dividido entre a esperança e a razão" ,onde o silêncio oprime.O silêncio que sabe quem eu sou e do que sou capaz.Aquele silêncio que dita as regras das quais não quero saber, mas que ele grita.Eu sou um ser de contrastes,de começo e fim,de sombra e luz,de som e silêncio.Mas esses dias ando vaga,sim vaga,tenho minha opinião formada mas reslovi ficar em silêncio com a vida.Não vou discutir, impor minhas razões ela sabe melhor que eu que não tem comando.Faço do meu silêncio a minha retórica para com ela, a dona vida,moça travessa,nunca passa dos quinze anos, idade em que nós não sabemos quem somos, e nos damos ao luxo de quase tudo porque há uma justificativa, assim ela age,a dona vida.
Normalmente não gosto de olhar o futuro,eu vivo quando acontece, aí não tenho dúvidas porque já vivi.Se eu chorar é dor assumida,se eu sorrir ganhei mais um dia na vida,nunca fico em silêncio.Só que desta vez resolvi me calar e o silêncio que seguiu a minha retirada è ensurdecedor e confuso.Tenho muita coisa pra fazer,estou ibernando como um urso no inverno, ibernação da alma, do sentir.É como se eu estivesse longe de tudo, vendo tudo através de um vidro que me impede a passagem do som,só que eu impus esse vidro.Tenho medo da ruptura desse silêncio...O silêncio que a esperança me deu e que a razão insiste em quebrar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário